A GENERAL MOTORS E SUAS OPÇÕES

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A GENERAL MOTORS E SUAS OPÇÕES

Mensagem  admdinamica em Qua Out 08, 2008 9:59 pm

Todas as grandes empresas estão sujeitas ao risco de decisões incorretas. Foi por essa razão que a General Motors (GM) sofreu enormes prejuízos. A recente história da megacorporação inclui uma série de altos e baixos devida a decisões estratégicas inadequadas. O primeiro prejuízo da história da GM ocorreu em 1980 (US$763 milhões). Quando o Japão iniciou sua estratégia competitiva nos Estados Unidos, as três maiores montadoras americanas (GM, Ford e Chrysler) amargaram mais de US$10 bilhões no vermelho. Para reverter a situação, a GM iniciou uma profunda reorganização
interna. Na nova estrutura, as divisões Chevrolet-Pontiac-Canadá passaram a desenvolver, fabricar e comercializar pequenos carros, enquanto as divisões Buick-Oldsmobile-Cadillac se concentraram nos carros de porte grande. Para criar um estilo corporativo único, aGM passou a desenhar seus carros de maneira que parecessem semelhantes, a fim de manter uma identidade da marca. Isso foi ótimo para um Pontiac, mas um desastre para um Cadillac. Em 1985, a GM comprou a Hughes por US$5 bilhões, mas caiu da 1Sª para a 10Sª posição na lista das empresas mais admiradas da Fortune. Em 1987, sua participação no mercado americano de automóveis baixou para 36%, um declínio de 5%. Em 1989, a GM comprou metade da montadora sueca Saab por US$600 milhões. A idéia era avançar e crescer. Nessa ocasião, em vez de reduzir a produção, a GM estimulou suas fábricas a produzir mais, reduziu tabelas de preços para incentivar as vendas e negociou um generoso contrato de trabalho com o sindicato americano, pois queria evitar preocupações com greves para não prejudicar a produção.
Todas essas decisões resultaram em menor participação no mercado (20%), encalhes de veículos nas concessionárias e perda de US$4,5 bilhões. Em 1992, a alta direção da GM verificou que as duas divisões de carros criadas em 1984 tinham se transformado em burocracias rígidas, com administração frágil e duplicação de staffs de marketing e engenharia. O colosso americano havia violado o princípio básico dos negócios: em vez de enxugar a organização e aproximá-la mais do cliente, a GM fez justamente o contrário. Logo, os altos custos da organização, a coordenação ineficiente, a qualidade precária, a erosão da marca levaram à perda da participação no mercado.
Em 1993, o novo presidente Jack Smith iniciou uma nova reorganização, pois a estrutura estava emperrada. Combinou todas as divisões de carros de passageiros em uma única organização norte-americana e juntou as divisões de administradores e seus staffs em um único esqueleto. Foi necessário, mas também insuficiente.
A GM continua diante de novas encruzilhadas. Os mercados globais de automóveis estão crescendo e a competição se tornando cada vez mais agressiva. As pessoas estão redefinindo suas necessidades de transporte diante do transporte de massa. Os estilos de vida estão mudando. As preocupações ambientais estão impactando a engenharia automotiva e os carros estão utilizando combustíveis alternativos. A indústria automobilística está mudando. A alta administração da GM tem muitas escolhas estratégicas pela frente. A estrutura organizacional é fundamental nisso tudo.

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Desculpa esqueci de colocar as perguntas

Mensagem  Fabiana Lima em Sex Out 10, 2008 9:28 pm

1. Qual o negócio da GM? Qual é o aspecto técnico mais importnate?
2. Qual deveria ser o objetivo mais importante para a reestruturação imediata da companhia?
3. Qual deveria ser a estratégia da GM?
4. Como deveria ser a estrutura organizacional para atender a essa estratégia?
5. Quais os fatores a serem considerados na avaliação do mercado automotivo atual?

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A GENERAL MOTORS E SUAS OPÇÕES

Mensagem  Fabiana Lima em Sex Out 10, 2008 9:39 pm

1. É a fabricação de carros
2. Tornar-se competitiva, desenvolver tecnologias voltadas para a questão ambiental, em fim modernizar-se para atender e até mesmo superar as expectativas do mercado atual.
3. A GM precisa ter o conhecimento do que está acontecendo em toda a empresa para descobrir onde estão as falhas para então procurar solucioná-las e ela deve ter claros seus objetivos e divulgá-los a todos os colaboradores da empresa adotando uma politica de vestir a camisa da empresa em prol dos objetivos coletivos, bem como estruturar melhor seus departamentos e controlar o grau de burocracia necessária em cada um deles.
4. Deve haver uam estrutura organizacional que apresenta uma forma piramidal porque tem que haver um topo que tenha uma vizão geral para manter a ordem do todo e a relação entre esse todo e uma organização linear onde cada um obedece a um só superior para haver o cumprimento correto das ordens e deve haver mais burocracia onde precisa de mais burocracia e diminuir o grau de burocracia onde é necessário que assim seja feito.
5. São muitas as opções oferecidas ao mercado o que aumenta a exigência por modelos, cores, preços, qualidade, gasto com combustível, alternativas que minimizam os impactos ambientais, segurança, status e praticidade.

Fabiana Lima

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Re: A GENERAL MOTORS E SUAS OPÇÕES

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